Justiça de SP vai ao STF para anular decisão que suspende “penduricalhos” ilegais

No recurso, o TJSP alega que o pagamento não pode ser suspenso antes da aprovação de lei que regulamenta emenda constitucional para dizer o que é verba indenizatória, possível de furar o teto salarial.
STF mandou investigar vazamentos na Receita e Coaf. Foto: Fábio Pozzebom/ABr.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) recorreu, nesta quarta-feira (11), ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para derrubar decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu o pagamento dos penduricalhos ilegais nos Três Poderes, benefícios concedidos a servidores públicos e que não cumprem o teto remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.  

Na semana passada, Dino concedeu liminar para determinar que as verbas indenizatórias que não têm base legal devem ser suspensas no prazo de 60 dias.

No recurso, o TJSP alegou que o pagamento não pode ser suspenso antes de o Congresso aprovar regras para definir quais verbas indenizatórias podem ser admissíveis como exceção ao teto constitucional – R$ 46,3 mil – conforme determinado pelo ministro.

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