TSE conclui análise de resoluções para as eleições nesta segunda, 2

Sessão para análise de sete resoluções ocorrerá às 19h. Elas tratam de propaganda eleitoral, registro de candidaturas, representações e auditorias. Na semana passada o TSE aprovou sete resoluções.
Sessão do TSE para análise de resoluções na quinta-feira,26. Foto: Alejandro Zambrana.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pretende concluir nesta segunda-feira, 2, a analise de resoluções que irão orientar e disciplinar as eleições gerais de 2026. A sessão está marcada para às 19h. Os temas  a ser apreciados são regras sobre registro de candidaturas, representações e reclamações, auditorias e fiscalizações, ilícitos eleitorais e um dos mais polêmicos, a propaganda eleitoral.

Na quinta-feira, 26, a Corte aprovou sete das catorze resoluções previstas para as eleições gerais,  quando serão definidos os cargos de presidente da República, governador de estado, senador, deputado federal, deputado estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal.

Elas tratam de arrecadação, gastos de recursos e prestação de contas eleitorais; transporte especial de eleitores com deficiência ou mobilidade; cronograma operacional do cadastro eleitoral; Fundo Especial de Financiamento de Campanha; pesquisas eleitorais; sistemas eleitorais e atos gerais do processo eleitoral.

O TSE realizou audiências públicas, após divulgar em janeiro minutas das resoluções, para receber contribuições da sociedade civil, organizações e do Ministério Publico Eleitoral.  Foram mais de 1.400 sugestões encaminhadas e analisadas pelas áreas técnicas da Corte  antes da elaboração dos textos finais que serão analisados em Plenário pelos ministros.

Um dos pontos que mais chamaram atenção foi a ausência de novas regras sobre o uso de IA (Inteligência Artificial). Embora a ministra Carmem Lúcia, quando presidente, ter iniciado em 2025 estudos para detectar os ricos relativos a IA, a minuta não trouxe atualizações sobre o tema no TSE.

Nas audiências publicas, este tema foi um dos mais recorrentes. O uso de IA foi regulado pela primeira vez pela Justiça Eleitoral para as eleições de 2024, na propaganda, proibindo deepfakes e restringindo robôs. As mesmas regras foram mantidas.