Um plano preliminar da Polícia Federal de 29 paginas foi apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Planalto e à equipe econômica com exposição das necessidades de ampliação do aparato de segurança a ser ofertado aos candidatos à Presidência da República, revela o jornal Folha de São Paulo.
O jornal diz que a direção-geral da PF indica precisar de um reforço de R$ 200 milhões para a compra de sistema antidrone e dispositivos de reconhecimento fácil, e um contingente de 458 agentes.
Nesse plano preliminar, a estratégia é utilizar 48 policiais na segurança dos candidatos mais expostos, enquanto outros 24 acompanharão os que estão sob menor risco. A PF considera que até dez candidatos irão exigir a atenção da instituição
No plano preliminar, o órgão diz que 48 policiais vão atuar na segurança dos candidatos mais expostos, enquanto outros 24 acompanharão presidenciáveis sob menor risco. A PF ainda avalia que até dez candidatos devem exigir cobertura neste ano e pondera que o plano será redesenhado se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmar que disputará a reeleição.
O diretor Andrei Rodrigues avalia que a ampliação da segurança aos futuros presidenciáveis é necessária em razão do “momento bastante conturbado” e no Brasil marcado por um questionamento crescente da legitimidade das instituições e ambiente bastante polarizado.
Leia mais na Folha.