A Prefeitura de Porto Velho decretou, nesta segunda-feira, 27, situação de emergência na capital após o rio Madeira subir e permanecer por dias na marca de superior a 15 metros, considerado de alerta. O rio chegou a 15,17 metros, oscilou durante todo o dia de segunda-feira.
De acordo com dados da Superintendência Municipal da Defesa Civil, a calha do rio Madeira é de 15 metros, motivo pelo qual diversas comunidades localizadas ao longo do Baixo, Médio e Alto Madeira já enfrentam problemas causados pela cheia.
Ao todo, 27 comunidades ribeirinhas do Baixo, Médio e Alto Madeira já estão sofrendo os impactos da cheia. Elas são afetadas pela falta de água potável, destruição de plantações e dificuldades de deslocamento para outras regiões.
No decreto estão incluídas as comunidades de Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco, Bom Jardim, Ramal da Alegria, Mutuns, Ramal São Miguel (Gleba Cuniã), Niterói, Maravilha I e Maravilha II, Terra Firme, Ilha Nova, Ressaca, Conceição da Galera, Bom Fim, Santa Catarina, Pombal, Firmeza, Papagaios, Ilha de Assunção, Tira Fogo, São José da Praia, Boa Vitória, Lago do Cuniã e Fortaleza do Abunã.
Na prática, o decreto permite que a Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil e outros órgãos organizem recursos e reforcem ações de assistência às famílias afetadas.
A situação de emergência é decretada após uma análise técnica da situação, que considera não apenas o nível do rio mas também o número de pessoas afetadas com a inundação das águas, e as dificuldades encontradas que impactam o dia a dia.
Com informações da Prefeitura de Porto Velho.