Flávio Dino é o relator do 3º inquerito pedido pela PF para investigar Lulinha

Ministro do STF ainda não se manifestou sobre esse pedido, que também pretende apurar tráfico de influência.
Flávio Dino foi sorteado relator. Foto: Gustavo Moreno.

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi sorteado o relator do terceiro inquerito solicitado pela Polícia Federal para  investigar Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).  Trata-se de uma nova frente de possível atuação de Lulinha por tráfico de influência, desta vez enlvendo, segundo o que foi divulgado pela PF, o envolvimento de empresas parceiras do filho do Presidente no âmbito do governo federal.

Flávio Dino ainda não apresentou manifestação sobre o pedido da PF.  A abertura de outros dois inqueritos foram autorizados pelo ministro André Mendonça, relator do caso Fraudes no INSS, na semana passada.

O primeiro, autorizado na quinta-feira, 30, investiga suposto esquema de tráfico de influência em contratos do Ministério da Saúde relacionados ao fornecimento de cannabis medicinal. Há indícios, segundo a PF, de que Fábio Luís teria atuado para favorecer Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS,” que mantinha uma empresa para comercializar cannabis e contava com a ajuda da amiga de Lulinha, a lobista e herdeira de banco Roberta Luchsinger.

O segundo inquérito foi autorizado no dia 31 de julho por Mendonça, e apura eventual atuação para beneficiar empresa de tecnologia em contratos firmados com a Dataprev.