O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi sorteado o relator do terceiro inquerito solicitado pela Polícia Federal para investigar Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Trata-se de uma nova frente de possível atuação de Lulinha por tráfico de influência, desta vez enlvendo, segundo o que foi divulgado pela PF, o envolvimento de empresas parceiras do filho do Presidente no âmbito do governo federal.
Flávio Dino ainda não apresentou manifestação sobre o pedido da PF. A abertura de outros dois inqueritos foram autorizados pelo ministro André Mendonça, relator do caso Fraudes no INSS, na semana passada.
O primeiro, autorizado na quinta-feira, 30, investiga suposto esquema de tráfico de influência em contratos do Ministério da Saúde relacionados ao fornecimento de cannabis medicinal. Há indícios, segundo a PF, de que Fábio Luís teria atuado para favorecer Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS,” que mantinha uma empresa para comercializar cannabis e contava com a ajuda da amiga de Lulinha, a lobista e herdeira de banco Roberta Luchsinger.
O segundo inquérito foi autorizado no dia 31 de julho por Mendonça, e apura eventual atuação para beneficiar empresa de tecnologia em contratos firmados com a Dataprev.