A Polícia Federal (PF) iniciou, nesta segunda-feira, 20, trabalho nacional de proteção à segurança dos candidatos à Presidência da República nas eleições deste ano. Segundo a instituição, serão mobilizados até 458 funcionários entre agentes de segurança, profissionais de inteligência e logística e chefes de equipe. A organização prevê atendimento até 10 candidaturas simultaneamente.
A segurança é concedida com a confirmação das pre-candidaturas nas convenções e com solicitação dos partidos. Serão gastos, segundo estimativas da PF, nessa atividade, R$ 95 milhões – utilizados na mobilização de agentes, viaturas blindadas, coletes balísticos, sistemas antidrones e kits de vistorias para eventuais bombas entre outros equipamentos e necessidades.
Para obter a proteção imediata, o pré-candidato do Missão, Renan Santos, antecipou a convenção, e já foi oficializado na manhã desta segunda-feira, 20, candidato à presidência da República pelo partido, em Goiânia. O Missão iria realizar a convenção no dia 1º de agosto. Renan alega que a decisão e antecipar foi para garantir a escolta dos agentes por estar sendo alvo “de ameaças de facções criminosas.”
O pré-candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro, declarou por sua vez que irá recusar a escolta da PF por “não confiar” no atual diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, além considerar a existência de provável “infiltração” em sua campanha.