O psiquiatra e escritor Augusto Cury anunciou nas redes sociais neste domingo, 6, filiação ao partido Avante e se colocação como pré-candidato à Presidência da República. Ele divulgou uma postagem em vídeo ao lado do presidente nacional do partido, o deputado federal Luís Tibé (MG).
“Meu objetivo é contribuir para a construção do Brasil dos nossos sonhos. Não amo o poder, não preciso do poder e não busco o poder pelo poder. Não se trata de um projeto pessoal, mas de uma jornada. Uma jornada 100% baseada em projetos e 0% de ataques pessoais,” disse Cury na publicação.
O escritor, que se apresenta nas redes sociais como o autor mais lido no Brasil nas últimas duas décadas, disse ter conversado com dirigentes de outros partidos, como Gilberto Kassab, do PSD, os deputados federais Aécio Neves, do PSDB, Marcos Pereira, do Republicanos, Renata Abreu e pastor Everaldo, do Podemos, e também com o ex-presidente Michel Temer, do MDB.
Cury afirma ter conversado ainda com o deputado federal Marcel Van Hattem, do Novo, e com Suêd Haidar, presidente nacional do Partido da Mulher Brasileira (PMB).
“Tive diálogos ricos e inteligentes com todos eles e, como sempre, sigo sendo um colecionador de bons amigos”, afirmou na publicação. No post, também disse que tem como objetivo “contribuir para a construção do Brasil dos sonhos”.
No vídeo, Cury diz que o país tem de “ser preparado para ser uma nação empreendedora,” fazendo a defesa da criação de 10 mil clubes de empreendedorismo no país, além da qualificação de policiais, e melhores salários. “95% deles tem baixos salários, correm risco de vida, precisam ser qualificados e mais valorizados,” disse, defendendo ainda programas para a redução da insegurança alimentar.
Na gravação, também defendeu uma “reengenharia das escolas”, classificou os professores como “cozinheiros do conhecimento” e condenou a radicalização na politica. “Ela é agressiva, desumana, e ela valoriza muito más projetos pessoais do que projeto Brasil,” avaliou.
Em uma publicação no sábado, dia 4, último dia para definir filiações partidárias, Cury destacou a preocupação com o conhecimento aplicado. “Formamos muito menos mestres do que poderíamos e ainda ocupamos posições tímidas quando o assunto é inovação. Isso revela um distanciamento entre o saber produzido e o desenvolvimento que desejamos,” disse.
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