STF ouve testemunhas dos núcleos 2 e 3 da ação penal de tentativa de golpe

Réus do núcleo 4, acusados de promover desinformação e atacar autoridades, serão interrogados no dia 24 de julho.
Sede do STF em Brasília. Foto: Pedro França.

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a ouvir na manhã desta segunda-feira, 21, as testemunhas de defesa na Ação Penal (AP 2696), que apura o envolvimento de nove militares e um policial federal no chamado Núcleo 3 da tentativa de golpe de Estado.

Serão ouvidas também nesta segunda-feira as últimas testemunhas de defesa na AP 2693 (Núcleo 2), na sala de sessões da Primeira Turma. As audiências são conduzidas pelo gabinete do relator das ações, ministro Alexandre de Moraes. As testemunhas são inquiridas pelos advogados de defesas, e podem ser questionadas também pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

As audiências na Corte com as testemunhas da ação que envolve o núcleo 3 irão até 23 de julho, por videoconferência, na sala de sessões da Segunda Turma.

O interrogatório dos réus da AP 2694 (Núcleo 4) está marcado para o dia 24, também por videoconferência. Esse núcleo integra pessoas acusadas de promover desinformação, como notícias falsas, e atacar instituições e autoridades.

São réus no Núcleo 4: Ailton Moraes Barros (ex-major do Exército), Ângelo Denicoli (major da reserva do Exército). Giancarlo Rodrigues (subtenente do Exército), Guilherme Almeida (tenente-coronel do Exército), Reginaldo Abreu (coronel do Exército), Marcelo Bormevet (agente da Polícia Federal) e Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal). Os depoimentos serão tomados por videoconferência.

Com informações do STF.