O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) apresentou à Procuradoria-Geral da República (PGR), nesta quinta-feira, 6, uma petição na qual oferece seu material genético para exame de DNA espontaneamente e pede a rápida conclusão do procedimento preliminar aberto para apurar a acusação de estupro contra ele, feita pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) e deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) na última sessão da CPMI do INSS, relatada por Gaspar.
O deputado entrou com ação por calúnia e difamação contra os dois no STF. Parlamentares da base governista, eles não apresentaram provas.
Ele também fara o pedido para o relator do caso no STF, ministro Gilmar Mendes, que somente ontem, ultimo dia de convenções, 5 de agosto, atendeu o pedido da PGR por diligências da Polícia Federal sobre o caso, que veio à tona com a denúncia em abril.
Foi em abril ainda que o deputado publicou na rede social X um video em que faz a coleta de material genético na perícia oficial do Estado de Alagoas. De lá para cá, a investigação não andou. O ministro Gilmar Mendes, segundo o Metropoles, alegou o recesso judiciário para o processo não avançar.
Na petição encaminhada à PGR, segundo a colunista da CNN, Jussara Soares, a defesa de Gaspar diz que o deputado está a disposiçao para uma nova coleta caso a instituição ache necessário. A defesa pede celeridade no processo de investigação e reforça a inocência do deputado.
Soraya Thronicke e Lindbergh Farias disseram que Alfredo Gaspar, agora vice de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial, teria estuprado uma menina de 13 anos, que engravidou. Ele refutou a acusação.
Relator da CPMI do INSS, o deputado pediu o indiciamento de 216 pessoas, entre elas o filho do presidente Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, deputados e senadores.
No video, Gaspar faz a coleta de material genético em abril:
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