Após acusação de estupro na CPMI do INSS, Gaspar coleta DNA em Alagoas

Relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar foi acusado por petistas de ter estuprado e engravidado uma jovem menor de idade há 8 anos.
Relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar. Foto: Macos Oliveira.

Após ser acusado de estuprador no inicio da leitura do relatório final da CPMI do INSS, em 28 de março, pelo deputado petista Lindbergh Faria (RJ) e senadora Soraya Tronicke (Podemos-MS), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) fez exame de DNA na perícia oficial do Estado de Alagoas, na quinta-feira, 23.

Em vídeo publicado na rede social X, ele diz ter acabado de “coletar o meu material genético, por livre e espontânea vontade.”

“Fui acusado de forma covarde, vil e abjeta por membros do PT por algo que não pratiquei. A cortina de fumaça justamente no dia em que pedi a prisão do filho do presidente da República, o PT age assim. Quem tem  a verdade não tem praticamente nada, a verdade é soberana, eu só quero justiça,” diz Gaspar, relator da CPMI.

Alfredo Gaspar foi acusado pelos dois parlamentares de ter estuprado e engravidado uma jovem menor de idade há 8 anos. Ele nega. No dia da acusação, em coletiva à imprensa ele disse que faria um exame de DNA, que nada temia e anunciou que recorreria à Justiça contra os parlamentares que o acusaram.

O deputado entrou com representação criminal na Procuradoria Geral da República (PGR), na qual diz ser vítima de calúnia, denunciação caluniosa e coação no curso do processo por parte dos congressistas.  Ele também esteve na Polícia Federal, e acionou a Câmara dos Deputados pedindo a suspensão cautelar dos mandatos não apenas dos dois acusadores mas também dos petistas Erika Kokai (DF) e Rogério Correia (MG), que publicaram em sua mídia social a denúncia sem provas de Lindbergh e Soraya.

O PL prometeu, na ocasião, protocolar no Senado Federal representação contra a senadora.

Veja video de Gaspar: