EUA propõem tarifa de 12,5% ao Brasil em investigação sobre trabalho forçado

A tarifa afeta outros 58 países e a União Européia. Para 14 economias, a tarifa fixada é de 10%.
Lula e Trump discutiram a questão do trabalho escravo. Foto;Ricardo Stuckert/PR.

O Brasil foi surpreendido na terça-feira, 2, com mais uma tarifa proposta pelo governo dos Estados Unidos , de 12,5%, sob alegação de investigação comercial sobre trabalho escravo.  Segundo as informaçoes disponíveis, a medida se dá por causa de uma suposta falha em “impor  e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado”.

A tarifa atinge também outros 58 países e a União Européia, informa o jornal O Estadão.  O  Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) afirmou que a prática “onera ou restringe” o comércio americano.  Alguns países tiveram a tarifa fixada em 10%,

Caso seja aplicada, a cobrança, de 12,5% no caso do Brasil, se somaria aos 25% anunciados um dia antes após a conclusão da investigação sobre “práticas irrazoáveis” do país com os EUA.

Abaixo a lista de 14 economias afetadas pela tarifa de 10%:

  1. Argentina
  2. Bangladesh
  3. Camboja
  4. Canadá
  5. El Salvador
  6. Equador
  7. Guatemala
  8. Indonésia
  9. Malásia
  10. México
  11. Paquistão
  12. Reino Unido
  13. Taiwan
  14. União Europeia (27 países

Abaixo as 46 economias atingidas pela tarifa de 12,5%:

  1. África do Sul
  2. Argélia
  3. Angola
  4. Arábia Saudita
  5. Austrália
  6. Bahamas
  7. Bahrein
  8. Brasil
  9. Catar
  10. Cazaquistão
  11. Chile
  12. China
  13. Colômbia
  14. Coreia do Sul
  15. Costa Rica
  16. Egito
  17. Emirados Árabes Unidos
  18. Filipinas
  19. Guiana
  20. Honduras
  21. Hong Kong
  22. Índia
  23. Iraque
  24. Israel
  25. Japão
  26. Jordânia
  27. Kuwait
  28. Líbia
  29. Marrocos
  30. Nicarágua
  31. Nigéria
  32. Noruega
  33. Nova Zelândia
  34. Omã
  35. Peru
  36. República Dominicana
  37. Rússia
  38. Singapura
  39. Sri Lanka
  40. Suíça
  41. Tailândia
  42. Trinidad e Tobago
  43. Turquia
  44. Uruguai
  45. Venezuela
  46. Vietnã